quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

"F.O.T.O.G.R.A.F.A.R " : Mais um Desabafo.

 
Depois de meses sem dar " as caras" por aqui, estou de volta pra  contar um pouco das minhas vivências nesses últimos meses distantes. Hoje em um bato papo informal com minha prima Paloma, começamos a conversar sobre experiências fotográficas vividas por um personagem de uma novela global. Como esse ano pude ter a dádiva de passar pela experiência de fotografar tive assunto pra dar minha opinião de maneira mais intima e expressiva. Esse é meu primeiro ano de faculdade, cursando o 2º período de Jornalismo, como alguns sabem sempre sonhei com a medicina como profissão, ainda penso na ideia, mas talvez um pouco mais tarde quando me formar em JORNALISMO, nesse curso venho aprendendo muito  por exemplo a enxergar as pessoas de modo diferente,o jornalismo não é apenas uma prática diária de inteligência, mas de sensibilidade , percepção e dedicação alias a dedicação e algo muito importante para essa prática profissional.
Enfim umas das coisas que mais me deram prazer ao longo desse ano foram as aulas de fotografia, ganhei muito com elas, poder aprender um pouco do que um profissional tão respaldado quanto o que tive a honra de ter como professor é uma experiência maravilhosa, aliás não só um, tive a graça de ter dois, Bira Nunes meu professor da faculdade e Valber Van Der Linden profissional muito conceituado na cidade com quem tive os primeiros contatos com a fotografia profissional. Com os dois tive vivencias e experiências extraordinárias, com um seguia pauta, roteiros,  fazia editoriais com outro ia , aos eventos as ruas e esperar o que ela tinha pra nos mostrar e assim só ganhei cada dia mais. Como esse ano que tá "raspando" o finzinho não poderia deixar de dividir e mostrar um pouquinho dessa minha conquista e experiência que pretendo levar pro resto da vida..

Segue algumas fotografias :

















domingo, 18 de setembro de 2011

Frio e medo



Esse clima frio trás consigo uma nostalgia, que me faz entender certas coisas que não conseguia antes perceber, passeando por dentro de mim mesma, e  deparando-me com minhas lembranças, hoje posso chegar a algumas conclusões sobre o medo da perda, e não me refiro à perda no sentido literal, mas do tipo ( terminar ou interromper algo), a temida perda da morte, de repente me dei conta que a vida pode ser curta para algumas pessoas e não saberei se serei uma delas, ou se não eu, mas alguém a quem amo, isso dá uma sensação desesperadora de querer viver tudo ao mesmo tempo, de encontrar soluções rápidas para algumas questões e se aninhar aos braços de quem amamos enquanto nos resta tempo.     Tempo  esse que constantemente  tentamos lutar contra ele, e que por vezes nos amedronta mas também nos acomoda e tem a capacidade de nos tornar mecânicos e artificiais, incapazes de captar detalhes importantes, como certas sensações e emoções e em um ou outro  momentos desses vividos é que nos damos conta do quanto estamos distantes de nós mesmo e das coisas e pessoas que consideramos  fundamentais e essenciais.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

" De tudo ao meu amor"



Eu possa me dizer do amor (que tive):

Nada como começar um desabafo com um dos textos mais belos que já li o " soneto de fidelidade" de Vinicios de Moraes,e como o próprio nome sugere, não falarei  de fidelidade mesmo que seja a base disto que meu amor se propõe, mas também não quero por meio desse fazer promessas e juras de amor, mas desabafar sobre tudo que vivo e sinto movida pelo amor.
 Do cheiro da saudade, dos mementos que vivi, da nostalgia das recordações que em minha mente persistem,da incerteza do presente e do medo do fututo.
Por falar em saudade,lembro-me da alegria que saltava em mim por senti-te por perto do calor do teu corpo e da sutileza de tuas palavras(...)
Fostes meu chão, minha base, meu socorro presente, minha alegria e meu entusiasmo, mas fostes também lágrimas,angustia medo e melancolia.
Pra você que foi meu amor, minha paixão, meu guia...

"Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure."

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Ciúmes


Aaaa o ciúme, sentimento inoportuno, doi, maltrata, fere e quase sempre deixa marcas profundas, mas afinal, porque despertamos esse sentimento  quando muitas vezes nem queremos senti-los, acho que encontrei a explicação no capitulo incrível de um livro que acabo de ler, e é claro que não poderia deixar de compartilhar com vocês. Então veja como tudo isso funciona em uma explicação mais científica do assunto, abordado por um psicólogo.
Por que sentimos ciúmes?
O ciúme é um sentimento que pode estar ligado as coisas ou pessoas, as quais estabelecemos algum tipo de vínculo afectivo . É  uma espécie de zelo, egoísmo em alguns casos, ou simples desejo de exclusividade.
Em nossa cultura de estrutura familiar monogâmica, o ciúme é um ingrediente quase sempre presente e constante nas relações afectivas, o ciúme pode ser considerado normal , na medida em que  há  razões lógicas  e reconhecidamente concretas, que justifiquem este sentimento.        
É Ilógico na medida em que a as razões que justificam o ciúme não se ostentam na lógica das causas ou na opinião  dos outros,  que pode trazer transtornos torando-se um sentimento doentio, impulsivo e extremista, capaz de ser confundido com o ódio e conduzir à situações extremas de suicídios  ou assassinatos. Algumas situações onde podemos observar que o ciúme se faz presente.
·    Quando alguém provoca o ciúme, buscando impor auto-afirmação estabelecendo dependência  ou subordinando o outro a si;
·     Situações involuntário em que alguém promove atitudes suspeitas embora despretensiosas ,porém  não aceitas pela outra pessoa com quem se relaciona;
·    Independente dos motivos, surpreender o outro em situações  mentirosas, desequilibra qualquer relação, quebra o elo de confiança e provoca ciúmes, advindos da falta de confiança  nas atitudes  e no que fala o outro, pela incerteza se o outro está sendo sincero ou não;
·    Flagras o outro em situações suspeitas com justificativas ilógicas;
·    A insegurança em si ou no outro, abaixa-estima, as fobias sociais ou a falta de confiança   são outras situações que podem instalar o ciúmes.

Em uma visão mais pessoal do assunto, o ciúme é  uma das emoções humanas mais fortes, já  que todos nós sentimos ciúmes em alguma circunstância  de nossas vidas. Dependendo da nossa personalidade, situação que nos envolve, o ciúme pode variar em termos de tipo,grau e intensidade. Embora existam pessoas com mais e menos tendência para serem ciumentas, a verdade é que ninguém lhe escapa.
Texto extraído do livro Sexos  “Aquilo que os pais não falaram para seus filhos.”do Psicólogo Luís B. Meira. Li e recomendo!

domingo, 8 de maio de 2011

Ser mãe.


                            
     Ser mãe é um grande mistério de Deus é desdobrar a sua vida, em um, dois, três,quatro e mais filhos que o criador lhe conceder. Noites e mais noites sem dormir, coração pulsando de alegria e dor pela linda criança embalada em seus braços, a qual, muitas vezes entre a vida e a morte parece até esvair-se dela a própria vida. A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da  arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre  o volume da  barriga e o resto da cama.
     Mas até esse sofrimento é satisfátório quando se dão conta que a  maternidade é uma dádiva de Deus. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mullher que se transforma em mãe.  E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu, parabéns não apenas pelo dia de hoje mães, mais por todos os dias da tua vida que dedicasse a maternidade.          
                                                     Feliz Dia das Mães!
E a minha mãe D. Gilvonete Chaves nas entrelinhas desse texto deixo toda minha gratidão, minha admiração pela mulher, forte, batalhadora e incrivel que és, pela criação que destes a meus irmãos e a mim,e que pretendo seguir teus princípios ensindando-os  aos meus filhos, te agradeço por ter feito de nós, seus quatro filhos, homem e mulheres de bem. Que Deus prolonge os teus dias na terra e derrame sobre ti  frutos de bençãos e vitórias.  TE AMO!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A importância do sorriso.


  O riso é uma das nossas primeiras experiências de vida. Ele dá início a interação com o mundo ao nosso redor, o hábito de rir ultrapassa os limites da alegria, pois auxilia pessoas que apresentam casos de depressão ou síndrome do pânico. Segundos os pesquisadores as risadas expande as artérias e os estresse mental as contrai.
  A liberação do ar, contração do diafragma e estímulos das cordas vocais são resultados sentidos em todo corpo depois de uma boa risada. Vários estímulos são percebidos ao rir, e estes percorrem todo o cérebro, essencialmente a parte do comportamento que está ligado à região frontal do mesmo, estimulando assim as partes motoras da face e de outras partes do corpo. A risada pode elevar o astral, a auto-estima e o amor próprio das pessoas.
  Uma pessoa bem-humorada , quando estímula o lado direito do cérebro e o ativa, conseqüentemente desperta a intuição, o sentimento, a percepção e a sensação.
  Agora que sabemos os benefícios de uma boa risada vamos procurar praticar com mais freqüência  aproveitando a oportunidade do momento que estamos tratanto desse assunto tão maravilhoso deixo para vocês a sugestão de um filme excelente que retrata na prática tudo que acabamos de ver aqui. O filme de Patch Adams em " O amor é contagioso".
Sinopse: No ambiente silencioso e esterilizado de um hospital, um palhaço com sapatos gigantescos e um enorme nariz vermelho surge pela porta. Os pacientes que se cuidem... Rir é contagioso. A história real de Patch, paciente e, mais tarde, médico de uma instituição para doentes mentais, celebra o triunfo da busca insistente por um ideal. Sua vontade de tornar-se médico surgiu quando, ainda adolescente, foi internado numa clínica devido a uma depressão. Seu sonho começou a se tornar realidade no final dos anos 60, quando Patch estudou na Escola de Medicina da Virgínia e, em seguida, abriu o Instituto Gesundheit com uma abordagem mais personalizada da prática médica. Tudo estava bem, mas em meados dos anos 80, o Instituto Gesundheit começou a receber atenção da mídia sobre seus procedimentos terapêuticos nada ortodoxos. Os conflitos começaram. Em 1993, Patch escreveu um livro sobre seu trabalho explicando suas prescrições inspiradas no humor e o porquê de querer vestir-se de gorila, de encher uma sala com balões ou uma banheira com macarrão - tudo para conseguir um sorriso, realizar uma conexão emocional com seus pacientes, ou conseguir levar um simples momento de prazer aos doentes. O doutor Patch proclama: "Todos sabemos como o amor é importante e, mesmo assim, quão frequentemente o demonstramos? Quantas pessoas doentes neste mundo sofrem de solidão, tédio e medo que não podem ser curadas com uma simples pílula?". Utilizando métodos nada convencionais e surpresas incríveis para aplacar a ansiedade dos pacientes, Patch foi o pioneiro na idéia, até então radical, de que os médicos devem tratar as pessoas, e não apenas a doença. Compaixão, envolvimento e empatia têm tanto valor quanto remédios e avanços tecnológicos.