quarta-feira, 4 de maio de 2011

A importância do sorriso.


  O riso é uma das nossas primeiras experiências de vida. Ele dá início a interação com o mundo ao nosso redor, o hábito de rir ultrapassa os limites da alegria, pois auxilia pessoas que apresentam casos de depressão ou síndrome do pânico. Segundos os pesquisadores as risadas expande as artérias e os estresse mental as contrai.
  A liberação do ar, contração do diafragma e estímulos das cordas vocais são resultados sentidos em todo corpo depois de uma boa risada. Vários estímulos são percebidos ao rir, e estes percorrem todo o cérebro, essencialmente a parte do comportamento que está ligado à região frontal do mesmo, estimulando assim as partes motoras da face e de outras partes do corpo. A risada pode elevar o astral, a auto-estima e o amor próprio das pessoas.
  Uma pessoa bem-humorada , quando estímula o lado direito do cérebro e o ativa, conseqüentemente desperta a intuição, o sentimento, a percepção e a sensação.
  Agora que sabemos os benefícios de uma boa risada vamos procurar praticar com mais freqüência  aproveitando a oportunidade do momento que estamos tratanto desse assunto tão maravilhoso deixo para vocês a sugestão de um filme excelente que retrata na prática tudo que acabamos de ver aqui. O filme de Patch Adams em " O amor é contagioso".
Sinopse: No ambiente silencioso e esterilizado de um hospital, um palhaço com sapatos gigantescos e um enorme nariz vermelho surge pela porta. Os pacientes que se cuidem... Rir é contagioso. A história real de Patch, paciente e, mais tarde, médico de uma instituição para doentes mentais, celebra o triunfo da busca insistente por um ideal. Sua vontade de tornar-se médico surgiu quando, ainda adolescente, foi internado numa clínica devido a uma depressão. Seu sonho começou a se tornar realidade no final dos anos 60, quando Patch estudou na Escola de Medicina da Virgínia e, em seguida, abriu o Instituto Gesundheit com uma abordagem mais personalizada da prática médica. Tudo estava bem, mas em meados dos anos 80, o Instituto Gesundheit começou a receber atenção da mídia sobre seus procedimentos terapêuticos nada ortodoxos. Os conflitos começaram. Em 1993, Patch escreveu um livro sobre seu trabalho explicando suas prescrições inspiradas no humor e o porquê de querer vestir-se de gorila, de encher uma sala com balões ou uma banheira com macarrão - tudo para conseguir um sorriso, realizar uma conexão emocional com seus pacientes, ou conseguir levar um simples momento de prazer aos doentes. O doutor Patch proclama: "Todos sabemos como o amor é importante e, mesmo assim, quão frequentemente o demonstramos? Quantas pessoas doentes neste mundo sofrem de solidão, tédio e medo que não podem ser curadas com uma simples pílula?". Utilizando métodos nada convencionais e surpresas incríveis para aplacar a ansiedade dos pacientes, Patch foi o pioneiro na idéia, até então radical, de que os médicos devem tratar as pessoas, e não apenas a doença. Compaixão, envolvimento e empatia têm tanto valor quanto remédios e avanços tecnológicos.

2 comentários:

  1. Parabéns pela iniciativa
    bem vida a blogsfera!
    :D
    beijos,
    fernanda beatriz

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  2. Eu achei SENSACIONAL a ideia, porque tem um lado bem pessoal e ao mesmo tempo altruísta de compartilhar o mais íntimo com os que sentem a mesma coisa. É uma forma de apoiar-se e dar apoio.
    Parabéns Thayna Ayalla, kkkkkkkkkk
    *o*
    \o

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